De finais de filmes a campanhas eleitorais. De opiniões sobre temas banais a declarações amorosas. Eles estão lá, estão por toda parte.
A pergunta que não quer calar: por que é tão difícil escapar de lugares-comuns?
Os chavões se alastram pelos quatro cantos do mundo e ninguém parece se importar muito com isso. Consterna-me profundamente o fato das pessoas parecerem não se irritar com eles – e, pior, até gostam deles.
Sei que em algumas situações eles parecem ter importância vital e você acha que eles expressam exatamente o que você queria dizer. Pode até ser que de quando em quando não possamos escapar do uso de clichês. Mas não seja uma vítima fatal deles, você pode evitá-los, eu sei que pode.
Basta usar essa coisa que fica em cima do seu pescoço e que não serve simplesmente para colocar chapéus. Pense um pouquinho, você consegue. A língua é uma fonte inesgotável de expressões idiomáticas.
Há uma luz no fim do túnel e ela me diz que deve haver algum vestígio de criatividade e originalidade em você – aliás, em todos nós.
P.S.: quem acertar quantos clichês usei neste post vai ganhar um caloroso abraço.
"Eles estão lá, estão por toda parte";
ResponderExcluir"A pergunta que não quer calar";
"Os chavões se alastram pelos quatro cantos do mundo"
"Basta usar essa coisa que fica em cima do seu pescoço e que não serve simplesmente para colocar chapéus"
"A língua é uma fonte inesgotável de expressões idiomáticas"
"Há uma luz no fim do túnel"
Esqueci de algum?
Esqueceu alguns, meu bem.
ResponderExcluirMas você merece um abraço mesmo assim - só porque você escreve textos com clichês na medida exata, num estilo que possui seus próprios requintes de crueldade...
Ça me fait plaisir!