
Ele está mais velho, mas continua sendo um garoto que se joga ao mar.
Mantém os punhos cerrados e um sorriso jocoso no rosto.
Gosto de abraçá-lo e sentir o cheiro de maresia em seus cabelos
e do gosto salgado da areia que dissolve quando toca a língua.
Paris não é mais uma festa, mas nos refugiaremos na Martinica.
Fumaremos habanos e beberemos mojitos enquanto o sol se levanta.
Hasta siempre, hasta siempre...
Porque Hemingway sempre volta.
P.s. Desta vez, prometo não perder seus manuscritos no trem.
não pedem comentários, os posts das suas "crônicas", dona austera. mas acho bacana, vez ou outra, passar aqui para dizer "hey, continuo acompanhando e gostando das suas falas".
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