
“A masturbação mental dos acadêmicos é um dos pilares do mundo intelectual e da cultura como conhecemos...”
Na primeira vez que ouvi falar sobre esta hermana admito que não fiquei muito interessada. Já na segunda vez, uma divertida entrevista concedida a um conterrâneo me motivou a comprar seu livro. Assim, adquiri-o na primeira oportunidade que tive e mergulhei em suas teorias selvagens. Contudo, encalhei na metade. Frustrada, repousei-o na prateleira junto a outras leituras interrompidas cujo destino é incerto...
Depois disso, fiquei ainda mais desmotivada quando ouvi Xico dizer que ela deixou-o na mão na festa de Paraty (pelo menos, ele encontrou Luiza para consolá-lo). Porém, eis que me deparo com uma entrevista televisiva dela e esqueço todas as frustrações. Em primeiro lugar, porque finalmente aprendi a pronunciar seu sobrenome corretamente. Em segundo lugar, porque (mordam a língua jornalistas – certamente barangudas – que disseram o contrário) ela é linda, esbanja charme e carisma. Last, but not least, porque me identifiquei profundamente com seu jeito (pseudo)intelectual sarcástico e zombeteiro.
Ei, Pola! Quer vir aqui em casa confabular, cuidar das minhas orquídeas e me emprestar aquele batom com um tom de vermelho incrível, amiga?
P.s. para monsieur da Rosa: posso ser inserida entre as pessoas que vão herdar o terceiro item de seu testamento? Ou, se preferires, adotamos a comunhão total de bens (só a história de monogamia que não topo não, obviamente...)
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